Esta poesia escrevi já a algum tempo, mas seguindo a última postagem continuo com poemas de minha autoria.
Ilusão
O escuro da noite,
Fim de um dia,
Também é o começo de outro.
Orvalho cristalino
Que escorre do rosto,
Lágrima, de tristeza ou alegria?
Inconstantes pensamentos
Que consomem argumentos
Fazendo-nos perguntas para argumentar ainda mais.
Olho do espelho,
Penso refletir,
Ou seria eu reflexo daquela ilusão?
Nada é o que é.
Tudo pode ser.
Queria eu saber a diferença entre dizer sim, e entre dizer não.
Versos que ora faço sem rima
Buscando-te no vazio
Vazio que sinto e por isso volto a procurar
Encanto da noite
Seu perfume no ar
Iludindo-me na esperança de te reencontrar.
Rio de janeiro 20/09/2007
Wallace Santos

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